O módulo Processos Identitários (P. I.)1.1.1. Processos Identitários
Desde os primórdios dos tempos que o homem habita a terra que procura sobrepor-se pela sua superioridade, superioridade essa a todos os níveis territorial, social económica. Os mais fracos são subjugados pelos mais fortes, a escravatura foi sem duvida o primeiro momento em que o homem comete as
maiores atrocidades.
A cor e o estrato social são os grandes motivos para essa subjugação. A história está repleta de momentos de descriminação racial. Portugueses, Espanhois, Holandeses e outros povos deram pela negativa o seu contributo para a escravatura mundial. Os povos Africanos foram aqueles que mais sofreram com essa descriminação. Levadas famílias inteiras para toda a América para trabalhar a terra, algumas eram exploradas e violadas.
Eram seres sem direitos, eram autênticos animais de trabalho, ao serviço dos seus senhores.
A opressão não pode durar para sempre é urgente uma mudança, os oprimidos começam a tomar consciência da sua condição; e da sua superioridade numérica, é então que se destacam figuras que serão um marco na historia mundial como MARTIN LUTHER KING.
Negro com instrução, vai liderar os sonhos e os anseios de todos os negros, e fala a mesma linguagem dos que sofrem na pele o estigma da sua cor, tinha chegado o momento da mudança. Mudança essa acompanhada de lutas violentas mas os seus ideais eram nobres, eram sonho que tinha de se tornar realidade, viver em igualdade de direitos independentemente da cor e crenças. Foi um homem com “H” grande, que marcou e continua a marcar a luta dos negros em todo o mundo.
Mas o racismo não está só ligado à cor da pele. Durante a segunda guerra mundial em que a Alemanha foi a protagonista principal liderada por Adolfo Hitlher com um ideal de criar uma raça própria, a Raça Ariana, dizimou sem o menor escrúpulo, os judeus, cometeu também os maiores horrores da Era Moderna, aniquilando os judeus detentores na época de grandes riquezas. Famílias inteiras foram dizimadas em campos de concentração.
Hitler era um homem sem carácter, sem sentimentos, não se compadecia com as atrocidades dos seus generais, que por seu mando queriam dominar o mundo, mas a história mais uma vez se repete, as nações europeias e não só, querem a sua autodeterminação, a sua independência como Estados Soberanos, lutam de uma forma desigual, mas eficaz a Resistência, vão minando o poderio Alemão.
Um homem se distingue neste período controverso da história, Aristides de Sousa Mendes, cônsul português tornou-se um marco na ajuda a milhares de famílias judias que vinham clandestinamente fugindo ao jugo do poderio Alemão, pondo-as a salvo, independentemente de se viver em ditadura no nosso Portugal.
Desde os primórdios dos tempos que o homem habita a terra que procura sobrepor-se pela sua superioridade, superioridade essa a todos os níveis territorial, social económica. Os mais fracos são subjugados pelos mais fortes, a escravatura foi sem duvida o primeiro momento em que o homem comete as
maiores atrocidades.
A cor e o estrato social são os grandes motivos para essa subjugação. A história está repleta de momentos de descriminação racial. Portugueses, Espanhois, Holandeses e outros povos deram pela negativa o seu contributo para a escravatura mundial. Os povos Africanos foram aqueles que mais sofreram com essa descriminação. Levadas famílias inteiras para toda a América para trabalhar a terra, algumas eram exploradas e violadas.
Eram seres sem direitos, eram autênticos animais de trabalho, ao serviço dos seus senhores.
A opressão não pode durar para sempre é urgente uma mudança, os oprimidos começam a tomar consciência da sua condição; e da sua superioridade numérica, é então que se destacam figuras que serão um marco na historia mundial como MARTIN LUTHER KING.
Negro com instrução, vai liderar os sonhos e os anseios de todos os negros, e fala a mesma linguagem dos que sofrem na pele o estigma da sua cor, tinha chegado o momento da mudança. Mudança essa acompanhada de lutas violentas mas os seus ideais eram nobres, eram sonho que tinha de se tornar realidade, viver em igualdade de direitos independentemente da cor e crenças. Foi um homem com “H” grande, que marcou e continua a marcar a luta dos negros em todo o mundo.Mas o racismo não está só ligado à cor da pele. Durante a segunda guerra mundial em que a Alemanha foi a protagonista principal liderada por Adolfo Hitlher com um ideal de criar uma raça própria, a Raça Ariana, dizimou sem o menor escrúpulo, os judeus, cometeu também os maiores horrores da Era Moderna, aniquilando os judeus detentores na época de grandes riquezas. Famílias inteiras foram dizimadas em campos de concentração.
Hitler era um homem sem carácter, sem sentimentos, não se compadecia com as atrocidades dos seus generais, que por seu mando queriam dominar o mundo, mas a história mais uma vez se repete, as nações europeias e não só, querem a sua autodeterminação, a sua independência como Estados Soberanos, lutam de uma forma desigual, mas eficaz a Resistência, vão minando o poderio Alemão.
Um homem se distingue neste período controverso da história, Aristides de Sousa Mendes, cônsul português tornou-se um marco na ajuda a milhares de famílias judias que vinham clandestinamente fugindo ao jugo do poderio Alemão, pondo-as a salvo, independentemente de se viver em ditadura no nosso Portugal.

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